A passagem de Cabeza de Vaca pelas Cataratas do Iguaçu

Muito antes de se tornarem um dos destinos naturais mais visitados do mundo, as Cataratas do Iguaçu já impressionavam quem cruzava seus caminhos. Em 1542, Álvar Núñez Cabeza de Vaca passou pela região e registrou a grandiosidade das quedas d’água em relatos históricos.
A jornada fazia parte de um trajeto que ligava o litoral de Santa Catarina a Assunção, no atual Paraguai. O caminho seguia trilhas já utilizadas há séculos pelos povos indígenas, profundos conhecedores da floresta e do território.
Ao chegar à região do Rio Iguaçu, a força da paisagem chamou atenção de forma imediata. As quedas d’água foram descritas como um cenário imponente, difícil de comparar a qualquer outro já conhecido.
Esse episódio marcou a entrada das Cataratas do Iguaçu na história escrita. Ainda assim, é fundamental reconhecer que elas já integravam a cultura, a vida e a espiritualidade dos povos originários.

Relembrar essa passagem é valorizar o encontro entre história, natureza e memória. Hoje, o Parque Nacional do Iguaçu preserva não apenas um patrimônio natural, mas também um território carregado de significado.
Sobre o Parque Nacional do Iguaçu — Reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, o Parque Nacional do Iguaçu é administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e tem sua visitação turística gerida pela Urbia+Cataratas. O destino é referência internacional em turismo sustentável e foi eleito, pelo Tripadvisor Travelers’ Choice Best of the Best 2025, a principal atração turística do Brasil e da América Latina.